Dançar é um ótimo exercício físico para todas as pessoas de todas as idades, sem distinção de sexo, género ou raça.
A dança promove incontáveis benefícios como: culturais, sociais, educacionais e científicos.
Como em toda atividade física o cérebro libera serotonina, substância que traz a sensação de alívio, melhorando o humor e o sono.

Aliada ao som, a terapia da dança é realmente uma ferramenta poderosa que promove a saúde mental, corporal, alivia as tensões diárias, promove diversos benefícios e garante uma vida mais feliz e saudável.

Quais os seus benefícios para o dia a dia:

  • Melhora a sua forma de comunicação, expressão e autoconfiança;
  • Aumenta a criatividade: Afinal a dança estimula partes do seu cérebro que aprimoram a imaginação;
  • Melhora auto estima: Quando praticamos exercícios físicos o cérebro libera endorfina e serotonina elevando sua sensação de bem-estar, prazer e motivação;
  • Aprimora a capacidade cognitiva e estimula a memória;
  • Aumenta o condicionamento físico;
  • Favorece o controlo de peso;
  • Fortalece toda a musculatura corporal;
  • Fortalece os ossos evitando a perda óssea (osteoporose);
  • Aumenta a frequência cardíaca, ajudando o coração a bombear mais sangue para o corpo e para os músculos;
  • Reduz as dores;
  • Proporciona prazer e bom humor;
  • Melhora o aprendizado e a disciplina;

DANÇA E MÚSICA

dança-terapia pode ser definida como uma técnica de uso psicoterapêutico do movimento que visa integrar o indivíduo tanto física quanto emocionalmente.

É portanto, uma arte que se destina a abrir um novo meio de comunicação, individual ou em grupo, para que a pessoa explore o seu mundo interior e o relacione com o exterior:

A terapia da dança é uma forma de psicoterapia na qual o terapeuta usa o movimento e as suas interações como um elemento primário para atingir os efeitos terapêuticos. Assim como a fala é o meio na terapia verbal, o movimento é o meio na terapia de dança. O diálogo terapeuta-paciente cria um novo trabalho a partir e por meio do movimento (Calvo, 2000c).

O repertório de movimentos de um sujeito constitui um espelho do seu mundo interno, portanto, ao modificar esse repertório, o mundo interno também é modificado.